quinta-feira, outubro 05, 2006

...............Trabalho de biologia do COLÉGIO IDEAL..................
---->Membros do grupo:.Douglas Dantas, Guilherme Alcantara, Tiago Batalha, Alyson Wandré, Renato Passos, Adamo Newton, Carlos Hagenbeck, Jõao Paulo Cerqueira, Tatiana Araújo
---->Assunto:.tipos sanguíneos

quarta-feira, setembro 13, 2006

Sistema sangüíneo

O Sistema sangüíneo MN ocorre em humanos e envolve a presença de antígenos M e/ou N nas hemácias.M e N são os alelos adotados nesse sistema, que podem ser M ou m ou N ou n, já que não há dominância ou recessividade.Os genótipos possíveis são MM (pertencendo ao grupo M), NN (pertencendo ao grupo N) ou MN (pertencendo ao grupo MN). Um indivíduo MM tem proteínas especiais M e um indivíduo NN tem proteínas especiais N. Já o indivíduo MN, como o AB do sistema ABO, tem os dois tipos de proteínas. As doações nesse sistema são livres, qualquer indivíduo pode doar sangue para qualquer outro - nesse sistema, respeitando o ABO e o Rh. Assim, o sistema MN não apresenta problemas nas transfusões porque a reação antígeno-anticorpo é muito fraca, não ocorrendo aglutinações consideráveis.

bibliografia:. www.pt.wikipedia.org

Grupos sanguíneos


O tipos de Grupos Sanguíneos foram descobertos no início do século XX (cerca de 1900), quando o cientista austríaco Karl Landsteiner dedicou-se a comprovar que havia diferenças no sangue de diversos indivíduos. Ele colheu amostras de sangue de diversas pessoas, isolou os glóbulos vermelhos e fez diferentes combinações entre plasma e glóbulos vermelhos, tendo como resultado que, em alguns casos, os glóbulos se aglutinavam, formando grânulos, em outros não. Landsteiner explicou então por que algumas pessoas morriam depois de transfusões de sangue e outras não. Em 1930 ele ganhou o Prêmio Nobel por esse trabalho.
bibliografia:.www.pt.wikipedia.org

COMPATIBILIDADE ENTRE OS TIPOS SANGUINEOS


Quem pode doar para quem? Como os tipos sanguineos se combinam entre si?

O Sistema ABO.

Para entendemos como os grupos sangüíneos podem ser combinados entre si, precisamos entender alguns conceitos. A compatibilidade entre os vários tipos de sangue humano tem a ver com antígeno e Anticorpos. Aqui nos referimos a Antígenos Eritrocitários ou seja Antígenos existentes (ou não) nas nossas hemácias.
São estes Antígenos que diferenciam os grupos sangüíneos entre si. Veja como:
GRUPO SANGUINEO...........ANTíGENO do sistema ABO
A.......................................................A
B.......................................................B
AB....................................................A e B
O......................................................(nenhum)
Preste bem atenção. Antígeno é algo que temos nas nossas hemácias ao nascermos, faz parte de sua estrutura molecular, é determinado geneticamente pela herança de nossos pais.
Observe que se você é do grupo O você não tem nenhum Antígeno (do sistema ABO) em suas hemácias. Indivíduos são do grupo A porque tem o Antígeno A em suas hemácias, Os do grupo B tem o antígeno B, os do grupo AB tem antígeno A e B.
Antígenos tem a propriedade de gerar Anticorpos quando introduzidos em organismo que não o contenha. Por exemplo, indivíduos do grupo A, que tem em suas hemácias o antígeno A, não podem ter em seu plasma o anticorpo Anti A. O mesmo ocorre com o indivíduo do grupo B, em relação ao antígeno B. Se um indivíduo tivesse em seu plasma um anticorpo oposto ao seu antígeno correspondente todas as suas hemácias seriam destruídas por ele.
Um conceito muito importante é que não existe anticorpo anti O, uma vez que não existe antígeno O.
Durante a infância sempre adquirimos naturalmente os anticorpos referentes aos grupos sangüíneos opostos, ou seja: Se você é do grupo O, em seu plasma existe anticorpos Anti-A e Anti-B, adquiridos naturalmente durante a infância.
Veja na tabela abaixo:
GRUPO SANGUINEO....ANTíGENO.....ANTICORPO
A............................A...................Anti-B
B............................B...................Anti-A
AB........................A e B............(nenhum)
O.......................(nenhum)......Anti-A e Anti-B

Fica fácil de entender agora como os diversos tipo de sangue podem ser combinados entre si. Se você é do grupo AB, então você não tem nenhum dos anticorpos em seu plasma, daí você poderá tomar sangue de todos os grupos: A, B, AB e O (receptor universal).
Se você é do grupo A você tem anti-B em seu plasma, daí não poder tomar sangue do grupo B ou AB. Pode tomar dos grupos A e O. Como não existe "anti-O" as hemácias do grupo O podem teoricamente ser transfundidas em pessoas de todos os outros grupos (doador universal).
E o Rh?
Bem, existe também o sistema Rh e ele determina a presença de um Antígeno (também em suas hemácias), denominado Antígeno D. Indivíduos que o tem são Rh POSITIVOS e indivíduos que não o tem são Rh NEGATIVOS. Veja a tabela.
Fator Rh..................Antígeno do sistema Rh
POSITIVO....................ANTÍGENO D
NEGATIVO.....................(nenhum)

Não existe Anticorpos Anti-D adquiridos naturalmente e portanto ninguém tem Anti-D em seu plasma a não ser que tenha sido inoculado de alguma forma com sangue Rh POS., (pode ocorrer inoculação durante o parto ou aborto, transfusão incompatível ou compartilhamento de seringas em drogados).
Daí o conceito simples de que em relação ao Rh, indivíduos Rh POS podem tomar sangue Rh POS e NEG, enquanto indivíduos Rh NEG só podem tomar sangue Rh NEG., (na verdade poderiam tomar uma primeira transfusão Rh POS, mais seriam sensibilizados e desenvolveriam Anti-D e uma segunda transfusão poderia matá-los). Eis abaixo um diagrama que ajuda a compreender a relação entre os sangues. Visualize primeiro sangues do mesmo Rh. Lembre-se: Rh positivo pode receber sangue Rh negativo. O oposto não é possível.

bibliografia:.www.pt.wikipedia.org

Sistema ABO

Os resultados dos experimentos realizados por Landsteiner o levaram a sugerir o Sistema ABO. Ele considerou que havia três tipos de sangue: A, B e O (Doador Universal).
Outros cientistas identificaram um quarto tipo, nomeado AB (Receptor Universal).
A diferença entre esse grupo de sangue deve-se à presença, nas hemácias, de uma substância chamada aglutinogênio A e B. Dependendo dessa substância na hemácia, existe no plasma uma substância chamada aglutinina, que pode ser Anti-A e Anti-B.
Atualmente sabe-se que existem outros antígenos na superfície das hemácias que também podem estar implicados em reações hemolíticas transfusionais, exemplos destes são:
Fator Rh
Antígeno Kell
Antígeno Duffy
Antígeno Kidd
Antígeno Lewis

Consultando a tabela
Veja as tabelas abaixos comparar a compatibilidade entre os tipos de sangue.

bibliografia:.www.pt.wikipedia.org

Eritroblastose



Anticorpos do tipo Anti-Rh (Anti-A ou Anti-B) não existem normalmente no sangue, a produção só ocorre se a pessoa for sensibilizada, ou seja, se o seu sangue entrar em contato com um tipo de sangue que não seja o seu na circulação.
A eritroblastose fetal refere-se aos casos de mulheres Rh- (negativo) que são sensibilizadas por sangue Rh+ (positivo). Isso pode ocorrer por transfusão de sangue ou se gerar um filho Rh+.
No caso da gravidez e, principalmente, durante o parto ocorrem rupturas na placenta e hemácias da criança (Rh+) passam para a circulação materna. Neste momento as hemácias do feto estimulam a mãe (Rh-), a produzir anticorpos, adquirindo memória imunitária (sensibilização para o fator Rh).
A primeira gravidez não apresenta risco pois o nível de sensibilização é pequeno, e a quantidade de anticorpos presentes no sangue da mãe não chega a prejudicar a criança que esta prestes a nascer. O problema está na próxima gravidez.
Se a próxima criança gerada apresentar fator Rh+, os anticorpos Anti-Rh já presentes no sangue materno atravessam a placenta e iniciam a destruição das hemácias fetais. Essa destruição das hemácias provoca forte anemia no recém-nascido.
Outro problema é o acúmulo de biblirrubina no sangue (icterícia = pele amarelada). A biblirrubina é produzida no fígado do recém-nascido a partir da hemoglobina liberada pelas hemácias destruídas pelos anticorpos anti-Rh. Para compensar a destruição das hemácias, ocorre a liberação de eritroblastos (hemácias imaturas) na circulação do bebê.
Assim, anemia, icterícia (liberação de bilirrubina) e a presença de eritroblastos (hemácias imaturas) são sintomas que caracterizam a doença conhecida como ERITROBLASTOSE FETAL. Outra denominação para essa doença é: DOENÇA HEMOLÍTICA DO RECÉM-NASCIDO.
Hoje o procedimento preventivo adotado é o de administrar na mulher, no momento do parto, um injeção intravenosa de anticorpos anti-Rh. Esses anticorpos destroem rapidamente as HEMÁCIAS FETAIS Rh+ que estão presentes na circulação materna, evitando a sensibilização da mulher.

bibliografia:. www.lssa.com.br